Ok. A Guedes foi-se (estou a conter a minha alegria).
Rejubilemos.
Rejubilemos.
Aleluia.
Aleluia.
Manuela Moura Guedes foi calada pela Prisa, cancelando o seu jornal (viva, viva, rejubilemos). Agora passámos de um país com mau jornalismo para outro com jornalismo-um-pouco-melhor (sim, porque ainda há os "jornalistas" do Correio Da Manhã, ou do 24 horas...).
Mas, com tudo isto, aparece uma polémica de o Sócrates ter metido o nariz nisto.
SE meteu: tem o meu voto.
SE não: ver alínea acima.
Ataque à liberdade de imprensa? Nope. Eu chamo-lhe defesa dessa liberdade, porque o que a Guedes fazia não era jornalismo, e expulsá-la só fez bem à comunicação social.
Censura? Nope. Eu chamo-lhe "Oportunidade-da-oposição-atacar-sem-qualquer-tipo-de-provas-concretas-e-com-o-timing-certo". Estamos perto das eleições, logo todas as coincidências e outras coisas do género têm de ser aproveitadas para ganhar uns votos.
Se for verdade que ele meteu o nariz, talvez não devia. Mas eu ficaria feliz se tivesse sido ele.
O ponto importante de tudo isto é que a Guedes foi-se. Pode ter sido por vontade própria, suborno, chantagem, obrigação por motivos maiores... mas ela foi-se.

Rejubilemos.
Rejubilemos.
Aleluia.
Aleluia.
Manuela Moura Guedes foi calada pela Prisa, cancelando o seu jornal (viva, viva, rejubilemos). Agora passámos de um país com mau jornalismo para outro com jornalismo-um-pouco-melhor (sim, porque ainda há os "jornalistas" do Correio Da Manhã, ou do 24 horas...).
Mas, com tudo isto, aparece uma polémica de o Sócrates ter metido o nariz nisto.
SE meteu: tem o meu voto.
SE não: ver alínea acima.
Ataque à liberdade de imprensa? Nope. Eu chamo-lhe defesa dessa liberdade, porque o que a Guedes fazia não era jornalismo, e expulsá-la só fez bem à comunicação social.
Censura? Nope. Eu chamo-lhe "Oportunidade-da-oposição-atacar-sem-qualquer-tipo-de-provas-concretas-e-com-o-timing-certo". Estamos perto das eleições, logo todas as coincidências e outras coisas do género têm de ser aproveitadas para ganhar uns votos.
Se for verdade que ele meteu o nariz, talvez não devia. Mas eu ficaria feliz se tivesse sido ele.
O ponto importante de tudo isto é que a Guedes foi-se. Pode ter sido por vontade própria, suborno, chantagem, obrigação por motivos maiores... mas ela foi-se.
E volto a dizer: expulsar a Guedes não é atentado à liberdade nem é censura. É dignificar e limpar o jornalismo português.
